quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
blog
Os nossos leitores são agora dirigidos para http://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Thomas Struth: Fotografias 1978 - 2010

exposições divulgação
Até ao próximo domingo pode ver em Serralves, no Porto, Thomas Struth: Fotografias 1978-2010, segundo a organização um convite para reexaminarmos a forma como reexaminamos a arte. Thomas Struth construiu ao longo de mais de 30 anos uma obra onde a fotografia assume a condição de um impressionante ensaio visual sobre o mundo em que vivemos, os seus tempos e os seus lugares. Das séries sobre cidades às imagens dos “paraísos” verdes, dos seus retratos de família às audiências de museu, das fotografias de museu às fotografias de lugares longínquos ou inacessíveis como certas docas ou estaleiros no Oriente, a estação espacial de Cape Canaveral ou laboratórios de aceleradores de partículas, a fotografia de Thomas Struth tem construído uma evidência analítica da sociedade globalizada que caracteriza a civilização contemporânea. A exposição é comissariada por James Lingwood.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Estação Imagem|Mora em Viana do Castelo
exposições divulgaçãoLas mujeres flores
noticiárioterça-feira, 31 de janeiro de 2012
PHotoEspaña

noticiário
Até 15 de fevereiro a PHotoEspaña continua a aceitar inscrições para visionamento de portfólios. Das inscrições serão selecionados cerca de 70 portfólios para visionamento e debate, continuando assim uma tradição, iniciada em 1998, que coloca frente a frente fotógrafos profissionais e especialistas da imagem. De entre estes podemos destacar Martin Barnes, comissário de fotografia do Victoria and Albert Museum de Londres, Vladimir Birgus, crítico e director do Institute of Creative Photography, na República Checa, Gabriele Schor, comissária da Verbund Collection de Viena.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Pública 12
noticiárioRetratos da Madragoa
exposições divulgaçãosegunda-feira, 26 de dezembro de 2011
A Cidade da Muralha

exposições divulgação
Chama-se A Cidade da Muralha e é uma exposição de fotografias provenientes da Colecção de Fotografia da Muralha. É uma proposta de deriva por Guimarães, desde os finais do século XIX até aos anos sessenta do século XX – os limites temporais das imagens da Coleção.
Esta abordagem às imagens explora a relação de possibilidades infinitas que os Arquivos sempre oferecem: neste caso, mostra-se uma Cidade em cinco grandes segmentos, todos eles narrativos, imaginários e relacionais: mostra-se uma Guimarães que já não se vê mais, por força das transformações do espaço público, passeia-se pela cidade feita de pessoas nas suas festas, ofícios e cultos; entra-se numa cidade feita de possíveis narrativas, apresenta-se um grupo de imagens tiradas praticamente do mesmo ponto de vista - constata-se o tempo a passar no regresso dos fotógrafos aos lugares já fotografados e sai-se de cena com a cidade a refazer-se, a ganhar uma forma que ainda hoje é palpável.
A Cidade da Muralha é a primeira exposição do Reimaginar Guimarães um projecto de identificação, conservação e partilha de acervos fotográficos documentais da ou sobre a cidade de Guimarães. A sua linha de actuação é a identificação de espólios, sua conservação pela limpeza, digitalização e classificação, e partilha quer através da criação de um Arquivo Fotográfico online, acessível em www.reimaginar.org, quer através de exposições e edições. O Reimaginar Guimarães tem por base a Coleção de Fotografia da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, estando, porém, aberto a outras colecções, relações e instituições.
A Coleção de Fotografia da Muralha é composta por cerca de seis mil originais, maioritariamente negativos em gelatino-brometo de prata sobre placa de vidro – mas também negativos em película de gelatino-brometo de prata -, provienentes de espólios fotográficos das casas Foto Eléctrica-Moderna & Foto Moderna (1910-1987), adquiridos em dois momentos distintos nos anos oitenta do século passado.
A exposição está patente até 29 de janeiro no CAAA – Centro para os Assuntos de Arte e Arquitectura, na Rua Padre Augusto Borges de Sá, em Guimarães. Há visitas comentadas para grupos e mais informações podem ser vistas em http://reimaginar.oof.pt/reimaginar.html
Makulatur
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Espaços Revelados
exposições divulgaçãoPatente até 19 de janeiro, no Porto, na Por Amor à Arte Galeria, na Rua Miguel Bombarda 572.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Dia do Bairro Alto
exposições divulgaçãoTrabalho Final
exposições divulgaçãoterça-feira, 20 de dezembro de 2011
Welcome to my Home

exposições divulgação
Até 31 de dezembro pode ver na Galeria Módulo – Centro Difusor de Arte, a Campolide, em Lisboa, Welcome to my Home de Mafalda Marques Correia.
Nesta exposição foram reunidos vários grupos de trabalhos que partilham um mesmo elemento que, embora não ocupe uma temática central, é recorrente nas imagens de Mafalda Marques Correia: a casa. Esta exposição intitula-se Welcome to my Home, título partilhado com a série mais recentemente produzida, e que se adequa também a esta primeira exposição pública individual, uma vez que a galeria se transforma, durante este período, na casa que acolhe um imaginário próprio e no qual o visitante é convidado a entrar. A casa é o cenário das vivências quotidianas, o porto de abrigo e o reflexo de cada um de nós. A casa é também a metáfora do mundo íntimo do indivíduo, neste caso, da autora.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Um Diário da República, no Porto
exposições divulgaçãoUm Diário da República é um levantamento fotográfico da realidade portuguesa, iniciado em 2010 e com duração prevista até 2020. Com ele, pretende-se dar a conhecer a sociedade em que vivemos e, ao mesmo tempo, equacioná-la, abrindo espaço para o diálogo, para o confronto e para a reflexão. O coletivo kameraphoto, que conta atualmente com 12 membros, pretende ainda, com este projecto, à semelhança dos pioneiros da fotografia documental inglesa e americana, fixar a memória colectiva, criar ferramentas de estudo para a nossa história e captar este momento da democracia portuguesa.
PHE12
noticiáriodomingo, 18 de dezembro de 2011
Integrar pela Arte 11

exposições divulgação
Este projeto, já no seu terceiro ano de existência, realizou quatro atividades distintas, concebidas com quatro entidades parceiras: Narrativas Visuais, com a Casa da Infância e Juventude de Castelo Branco, Estórias do Eu, com o Centro Educativo da Bela Vista, Imago, com a Associação Promotora de Deficientes Visuais e Ad1Q – Apontamentos de 1 Quotidiano, com o Centro Social de Lisboa. Paralelamente ocorre a edição de um catálogo e a apresentação de quatro documentários relatando toda a produção envolvida em cada atividade.
Até 21 de janeiro.
Prémio Fotojornalismo 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
Aparições - a Fotografia de Gérard Castello-Lopes 1956-2006

exposições crítica
Aparições – A Fotografia de Gérard Castello-Lopes 1956-2006 é uma mostra retrospectiva do trabalho de Gérad Castello-Lopes, presente no Espaço BES-Arte e Finança, em Lisboa, ao Marquês de Pombal. Patente desde setembro passado, a exposição irá manter-se até 12 de janeiro, sendo uma mostra imprescindível para compreender o trabalho deste fotógrafo.
Ali estão as grandes imagens e os momentos de paixão de Gérard Castello-Lopes, plasmadas em provas bem impressas, em imagens cuja ambiência é irrepetível. Junto com algumas lições, disso sendo exemplo a imagem da “pedra suspensa” em várias dimensões (Portugal 1987), numa excelente lição do uso da escala. Ali também encontramos soberbas imagens da ambiência de Paris, que em nada ficam atrás de Doisneau ou Bresson (021 ou 022 em 1957), ou que retratam plenamente essa paixão de Gérad pela cidade luz (126 em 1985). Mas também ali encontramos algumas imagens inéditas, ou menos conhecidas, que nos mostram o retrato de um país nos anos cinquenta e sessenta, muito vincadas nas gentes e no trabalho. A exposição, que cobre toda a carreira de Gérard, desde as suas primeiras imagens em 1956 até às últimas em 2006, é deliberadamente não cronológica segundo o comissariado, a fim de destruir a ideia de se dividir a carreira do fotógrafo em duas fases distintas, ao mesmo tempo que assume a mistura de provas vintage com outras recentes.
Gérard Castello-Lopes fez parte de um grupo de fotógrafos que tentou renovar a fotografia portuguesa nas décadas de cinquenta e sessenta, e do qual faziam parte nomes como Sena da Silva, Vitor Palla, Carlos Afonso Dias, entre outros. Na sua maior parte, só na década de oitenta, viram reconhecido o valor da sua obra, mediante as apresentações feitas na saudosa “Ether – vale tudo menos tirar olhos”, a pequena galeria da Rodrigo da Fonseca, em Lisboa. De Gérard ficam-nos na memória dois catálogos: Portugal 1890-1990 e Reflections, este com organização de Amanda Hopkinson e difícil de encontrar hoje. Fica também uma abertura e uma colaboração que me marcou, quando da sua participação na Bienal de Cascais, em 2000, onde esteve presente com algumas das suas obras mais significativas, e fica, claro, a grande exposição Oui/Non, realizada em Lisboa, no centro Cultural de Belém.
Destaque ainda, nesta mostra, organizada tematicamente, para a difícil conjugação de imagens tão diferenciadas, numa exposição bem montada onde não falta a indicação do início da exposição (coisa rara). Isto apesar da diversidade de abordagens, dimensões, épocas e impressões, para além de objetos de uso pessoal, como máquinas, livros, discos, provas ou outros, que são igualmente objetos de paixão aliados aos momentos fotográficos. Por isso também uma referência para o trabalho de Jorge Calado, que concebeu e comissariou esta mostra de Gérard, uma merecida e justa lembrança de um grande fotógrafo, exemplo para quem chega de novo á fotografia.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Paisagem
noticiárioquinta-feira, 8 de dezembro de 2011
O vinho do Porto
exposições divulgação“Como muitos portugueses, o autor destas fotografias, José Miguel Ferreira, tem vivido, desde há muitos anos, fora de Portugal. Em 2008, voltou da Suíça com um projecto na bagagem: fotografar os espaços do vinho do Porto.
O resultado é este belíssimo álbum, uma selecção das centenas de imagens que captou.
O que nos propõe José Miguel Ferreira é uma viagem sem destino exacto. Fugindo, deliberadamente, às coordenadas geográficas e à ordem do tempo. Desde o Alto Douro, onde crescem as vinhas, até aos armazéns de Gaia, tradicional centro de armazenamento e de comércio, ou à cidade que deu o nome ao vinho e espalhou a sua fama pelo mundo, a rota segue tempos e lugares aleatórios, sem preocupação de continuidade. Transporta-nos das vielas escorregadias do Porto medieval aos vinhedos e olivais do Douro, uma nesga de rio, aqui, e, depois, o rio que se alarga para nos abraçar. O rio, o rio sempre, como se fosse o único caminho de liberdade e eternidade a ligar lugares tão distintos e tão indissociavelmente unidos desde o fundo da história. E traz-nos do Douro a Gaia, a visitar poentes de névoa, rabelos parados no rio, velas descidas, a descansar de fainas passadas. E leva-nos de novo ao Douro, pode ser num dia de sol de Agosto, quando o canto das cigarras cobrir o recolhimento das vinhas antes da vindima, pode ser num Fevereiro chuvoso, a apreciar a geometria monumental dos patamares que sobem as encostas de xisto. Ou outro qualquer momento e lugar. Sem aviso prévio. Porque os caminhos por onde circula o olhar do fotógrafo pertencem a um mapa de espaços sentidos, irredutíveis a qualquer calendário pré-definido…”
…”A viagem pelo território do vinho do Porto, tal como a poética destas imagens de José Miguel Ferreira, procura a identidade do lugar. Com todos os sentidos. Assumindo a dúvida, como confessa o autor. Porque, acima de tudo, trata-se de “fazer Arte como se faz Amor”. Com o corpo e com a alma. Buscando desvendar paisagens, quotidianos, memórias... Ora frágeis e efémeras, ora intemporais, resistindo a tudo. Não é difícil perceber a força da natureza e a marca que o homem nela imprimiu, seja nas encostas do Douro vinhateiro, seja nos morros do Porto, onde o casario se encascata até ao rio. O rio sempre.”
Extracto do prefácio da autoria de Gaspar Martins Pereira para o catálogo A Rota do Vinho do Porto
